Diante da queda na aprovação registrada em pesquisas recentes, somada ao avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem intensificado o anúncios de medidas, sobretudo de cunho social. O governo também busca mitigar os efeitos da crise provocada pela guerra no Irã, especialmente no preço dos combustíveis.
Na última quarta-feira (15/4), Lula reuniu ministros e representantes da construção civil para anunciar um novo pacote para o setor. O principal destaque foi o aporte adicional de R$ 20 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida, por meio de recursos do Fundo Social.
Com isso, o orçamento total da iniciativa chega a R$ 200 bilhões — valor classificado como o maior da história pelo ministro das Cidades, Vladimir Lima.
O governo também ampliou a meta do programa para 3 milhões de moradias até o fim de 2026 e atualizou as regras de acesso, já aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS. A renda máxima para participação foi elevada para R$ 13 mil, enquanto o teto do valor dos imóveis passou para R$ 600 mil, ampliando o alcance da modalidade voltada à classe média.
Outra frente anunciada foi a expansão do programa Reforma Casa Brasil, que oferece crédito para melhorias habitacionais. O limite de renda das famílias atendidas subiu para R$ 13 mil, e o valor máximo dos empréstimos passou de R$ 30 mil para R$ 50 mil.
Por Metrópoles







