Após pedir recuperação judicial e anunciar o fechamento de 298 lojas, cerca de 30% da rede, a Casas Bahia prevê um cenário econômico ainda mais difícil em 2027.
Segundo o CEO Renato Franklin, a reestruturação já considera uma possível piora nas condições de crédito e aumento do endividamento dos consumidores. Por isso, a empresa também está mais restritiva na concessão de financiamentos.
Os fechamentos foram realizados de uma só vez para evitar novos ajustes. “Eliminamos todas as lojas que estavam na UTI”, afirmou o executivo.
No digital, a estratégia será priorizar vendas mais rentáveis, mesmo que isso reduza o volume comercializado.




