A empresária Caroline Aristides Nicolichi, 26, viralizou nas redes sociais após relatar que não conseguiu trocar o nome da filha recém-nascida no cartório.
Caroline e o marido registraram a bebê como Ariel em 6 de agosto, na maternidade em São Paulo. Porém, dias depois, se arrependeram ao perceber que médicos e enfermeiros se referiam à criança no gênero masculino. Temendo bullying no futuro, decidiram mudar o nome para Bella.
No dia 18 de agosto, 11 dias após o nascimento, o casal deu entrada no pedido no 28º Cartório de Registro Civil do Jardim Paulista e pagou taxa de R$ 188. A oficial informou que o documento estaria pronto em cinco dias.
No entanto, em 25 de agosto, ao retornar para retirar a nova certidão, o casal foi surpreendido com a negativa do cartório, que alegou que “arrependimento” não é motivo para alteração. A mãe afirma que a servidora chegou a gritar e a ameaçar.
Caroline se baseia no artigo 55, §4º da Lei nº 6.015/73, que prevê a possibilidade de alteração administrativa em até 15 dias após o registro, com consentimento dos pais. Já o cartório sustenta que a regra só vale em casos em que o pai registra sem autorização da mãe.
O advogado da família acionou a Corregedoria Geral de Justiça, que designou um juiz para analisar o caso. Se o pedido for negado, Caroline afirma que entrará na Justiça.










