O ator David Cardoso Jr., dispensado pelo SBT no mês passado após fazer críticas públicas à emissora, voltou a gerar polêmica ao defender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O famoso disse que o político foi “abandonado” por aliados, está morrendo dentro da prisão e que o Brasil vive uma “ditadura”. “O sistema está matando o Bolsonaro”, afirmou.
Se exaltou
Em um vídeo publicado nas redes sociais, ele se enfureceu ao falar sobre a prisão de Bolsonaro, que está detido no Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) em Brasília, conhecido como “Papudinha”. O ex-presidente foi condenado após tentar dar um golpe de estado.
“Eu nem devia falar mais de política mais, mas o que está acontecendo no Brasil não é mais sobre política. O que está acontecendo no Brasil é um assassinato televisionado. O que deveria estar acontecendo com os bandidos, estupradores e pedófilos, está acontecendo com o Bolsonaro. Estamos matando o Bolsonaro”, começou.
Ele seguiu seu desabafo, afirmando que é amigo pessoal do ex-presidente desde 2022. “No dia 11 de janeiro de 2022, o Bolsonaro me ligou pela primeira vez. Eu fiquei duas horas e meia com ele no telefone (…) Nós depois ficamos muito amigos, mas eu quero falar o seguinte: eu avisei! Nós não valemos a pena que lutem pela gente. É um povo covarde, frouxo.”
“Frouxos”
“Eu brigo, eu dou minha opinião, não tenho medo se vou ser mandado embora, se vou perder emprego, mas eu dou a minha cara a bater”, seguiu o ator, que participava do humorístico A Praça é Nossa, no SBT, mas foi desligado da empresa.
David Cardoso ainda chamou aliados de Bolsonaro de “frouxos”. “Tarcísio frouxo! Caiado frouxo! Zema frouxo! Nikolas Ferreira frouxo, vocês são todos frouxos. Porque todo mundo se elegeu subindo nas costas do Bolsonaro e agora o cara tá morrendo, o sistema está matando o Bolsonaro, e ninguém se une para parar o Brasil”, irritou-se.
Ao encerrar, o ator disse que o Brasil está vivendo uma ditadura: “Prenderam o homem, não estão dando tratamento pro homem… É ditadura, estamos vivendo uma ditadura e ninguém está fazendo nada”, afirmou.
Por Metrópoles











