O comportamento incomum de um cachorro ajudou a advogada americana Chase Johnson, de 36 anos, a descobrir precocemente um câncer de mama agressivo. O alerta veio de Ceto, um labrador mestiço que passou a choramingar e encostar repetidamente o focinho no seio esquerdo da tutora.
Moradora da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, Chase decidiu procurar atendimento médico após notar a insistência do animal. Exames identificaram um nódulo e confirmaram o diagnóstico de câncer de mama triplo-negativo, considerado um dos tipos mais agressivos da doença.
Ela iniciou rapidamente o tratamento, que incluiu quimioterapia, radioterapia, cirurgia para retirada do tumor e remoção de linfonodos. Em fevereiro de 2026, recebeu a notícia de que estava livre do câncer.
Segundo a advogada, a atitude do cão foi decisiva para que o problema fosse detectado a tempo. Ela também relatou que Ceto já havia apresentado comportamento semelhante antes de o marido, Ben Byrn, ser diagnosticado com câncer de cólon.
Especialistas explicam que os cães possuem olfato altamente sensível e podem perceber alterações químicas no corpo humano. Ainda assim, médicos reforçam que o instinto dos animais não substitui exames preventivos e acompanhamento profissional.











